Várias histórias podem ser contadas em um bar. Quando entramos imaginamos a realidade de cada um no local, assim como Joseph o faz.
Joseph é um homem de aproximadamente sessenta anos, aposentado, olhos claros, cabelos lisos, ralos e brancos. Joseph é um solitário no mundo. Seus dois filhos são todos bem sucedidos, porém, sem tempo para família. Joseph se dedicou a entender as pessoas ao seu redor.
Repara primeiro os engravatados, alguns com falsos sorrisos e outros demonstram grande necessidade de ostentação. Geralmente sozinhos, após dura jornada de trabalho e sempre em busca de prazeres temporários para compensar o desgaste durante a jornada. Esses tipos sempre interessavam Joseph, que já fora assim no passado.
Outros tipos interessantes surgem, tais como casais. Joseph diz que pode identificar casais que realmente se gostam através do brilho no olhar, na fala doce e nos gestos sinceros, o que nem sempre ocorria. Joseph repara que casais superficiais também existem, com o único objetivo dos indivíduos em serem aceitos pela sociedade.
Indivíduos a procura de companhia são comuns em bares, cada um com uma determinada história, podendo ser, verdadeira e intensa ou simplesmente falsa e vazia. Mas a história é sempre escrita, seja ela qual for.
Joseph sempre diz que ao acordarmos precisamos ter em mente o que queremos ser, ou seja, qual história queremos escrever ou de qual história queremos fazer parte. Joseph pergunta:
- E você ? Está fazendo a história que realmente deseja ?
Realmente... e nós, o que queremos...? Bruno, excelente...
ResponderExcluirTá inspirado hein!!! Tenho que concentrar nisso todo dia de manhã
ResponderExcluirCaros amigos, obrigado pelos comentários.
ResponderExcluirJá estou com uma nova história "saindo do forno", devo postá-la amanhã! Espero que gostem!!!
Abraços,
Bruno